Pessoas e café. Essas são minhas paixões. Por isso começo um trabalho quase sempre deixando uma mancha de café se espalhar pela superfície do papel. Só depois o pincel interfere, reorganizando os espaços, conduzindo as linhas até que da mancha de café surja a imagem de um rosto conhecido, de uma família antiga posando para a foto, de uma ama de leite e uma criança… A tensão que surge da mistura entre uma mancha de café e o domínio da linha define a base do meu processo de composição da forma. A arte é assim como a vida: o encontro entre o acaso e a autodeterminação é o que caracteriza o autêntico. Imperfeito e único. Assim como cada pessoa. Assim como cada mancha de café.

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